Vídeo espetacular mostra como os fact checkers de esquerda fazem, na verdade, censura de conteúdo real

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Num vídeo espetacular traduzido pela Embaixada da Resistência podemos ver, a partir de 1 minuto, como funciona a fraude do fake checking, que é o uso de “fact checkers” de esquerda para efetuar a simulação de falso apartidarismo e, assim, praticar a censura.

No vídeo, o apresentador da CNN, Don Lemon tenta descartar a evidência de que Hillary Clinton havia tripudiado sobre uma vítima de estupro no passado dizendo que “o PolitiFact” definiu que a notícia é falsa. Porém, esta era uma falsa denunciação de falsidade, pois o PolitiFact não apresentou nenhuma evidência de que a gravação era falsa.

É preciso observar o cinismo com o qual Don Lemon se vale do fake checking da PolitiFact, o qual, como se nota, é falso. O vídeo, aliás, comprova como o fake checking é de fato um mecanismo de censura, voltado a rotular como ‘falsas’ notícias que são verdadeiras, mas que não atendem aos interesses da elite dominante, no caso, a elite pró-Hillary.

Assista:

Fake checking é, portanto, a simulação de se fazer fact checking, mas a partir de organizações partidárias, que não “barram” mentiras a favor de seu projeto político, e chegam até a apontar notícias verdadeiras como falsas, caso sejam contra seu projeto político. Em outros termos, é censura.

Veja o vídeo original que a organização de fake checking PolitiFact tentou descartar como falso:

Obs.: Esta é mais uma razão pela qual os fake checkers deveriam ser proibidos de definir (nas redes sociais) o que é notícia falsa ou não via projeto de lei. Claro que eles poderiam continuar tendo seu site unicamente para fazer o jogo político da esquerda. Mas daí a definir nas redes sociais o que pode ser visto ou não é demais. Em um mundo livre, só quem poderia definir algo como “notícia falsa” seria um juiz em uma ação judicial, onde existissem advogados de ambas as partes. Caso contrário, é censura.

Conheça a estrutura da nova narrativa censória: “a era da pós-verdade e das fake news”

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Inicialmente, é preciso dizer que não há problema algum em denunciar “fake news”. O presidente norte-americano Donald Trump tem feito isso brilhantemente, estigmatizando empresas como CNN, The Washington Post e The NY Times. Recentemente, ele disse “you are fake news” para um repórter da CNN.

Isso é legítimo e democrático. A denunciação do viés adversário é parte da democracia.

O que estamos denunciando no Radar da Censura, não é, portanto, a crítica às “fake news” produzidas pelos adversários políticos de qualquer parte que se sinta atingida, mas a utilização da existência das “fake news” como um pretexto para o estabelecimento de censura.

A narrativa censória já pode ser mapeada em um padrão, que parece se repetir a toda vez que um órgão de mídia a propaga, junto com seus censores aliados.

Geralmente, o conteúdo pró-censura tem cinco passos básicos.

  1. Dizer que vivemos na era da “pós-verdade” a partir de um critério totalmente arbitrário. Esconde-se aqui, do povo, que a popularização do termo veio após o Brexit e a vitória de Donald Trump, ou seja, como uma reação da esquerda a duas derrotas políticas.
  2. Apelar à autoridade dizendo que o termo foi definido como “a palavra do ano” pela Oxford, sem revelar os critérios objetivos para essa definição. Apresentaremos aqui nos próximos dias evidências de que a definição de “palavra do ano” atende a objetivos partidários.
  3. Dizer que a era da “pós-verdade” se caracteriza pelas notícias falsas, as “fake news” e sugerir que há um problema a ser resolvido, sem apresentar dados estatísticos de aumento de fake news em relação a épocas passadas. Na verdade, a grande mídia sempre tem apelado às “fake news”.
  4. Propor a solução para eliminar as “fake news” a partir de “fact checkers”, mas esconder a partidarização das entidades escolhidas. Esse passo do truque é fundamental, pois a simulação de falso apartidarismo é a coluna central do projeto censório.
  5. Repetir, em ritmo bate-estaca, que os “fact checkers” são a única solução para corrigir as “fake news” e nos livrarmos da era da “pós-verdade”. Aqui eles excluem opções já existentes para a luta contra notícias falsas, como, por exemplo, processos judiciais a partir de pessoas difamadas, bem como a denunciação pública de conteúdo considerado falso por uma parte política. Essas soluções alternativas são ignoradas pela narrativa censória, que apela para “ou tudo ou nada” na defesa do uso dos fact checkers partidários. Elementar…

Todos os agentes de mídia e seus sicários que adotem os cinco padrões de discurso acima – que geralmente se repetem sequencialmente – devem ser observados com muita cautela. Sobre estes narradores deve ser lançada uma forte auditoria de padrões comportamentais. As ações devem ser tomadas tanto antes como depois do estabelecimento formal da censura.

Em síntese, a narrativa pró-censura é bastante clara e pode ser facilmente mapeada. Com isso, facilitamos a descoberta daqueles que tomaram partido da censura. Não há luta pela liberdade se não conhecermos os padrões de comportamento dos censores. Este é apenas o começo da batalha.