Sobre

O Radar da Censura é um projeto focado em lutar pela liberdade de expressão na era moderna, principalmente após o advento da terceira onda de totalitarismo.

A primeira onda de totalitarismo era baseada no uso de censores formais, e foi tanto praticada por ditadores como Stalin e Hitler. Era a época do “carimbão” do censor, o qual foi abandonado nos modelos modernos de totalitarismo. A segunda onda de totalitarismo é baseada na “regulação econômica de meios”. É o modelo utilizado por Nicolas Maduro, bem como foi utilizado por Cristina Kirchner e quase foi implementado no Brasil por Dilma Rousseff. A terceira onda foi criada após o Brexit e a vitória de Donald Trump, e busca censurar a divulgação de conteúdo adversarial nas redes sociais a partir do uso de fact checkers partidários, que dirão o que é ou não “fake news”, em um sistema similar ao do Ministério da Verdade, de Orwell.

Há algo interessantíssimo nas três ondas:

  • Primeira onda: os meios de comunicação eram limitados. Não havia nem TV a cabo e as rádios e jornais davam o tom.
  • Segunda onda: os meios de comunicação se ampliaram. Foi a difusão da TV em larga escala, e a Internet dava seus primeiros passos.
  • Terceira onda: os meios de comunicação se multiplicaram exponencialmente. A Internet derruba os grandes meios de notícias.

Dá para notar que cada onda de totalitarismo responde ao contexto dos meios de comunicação de seu tempo. Por isso, os fact checkers partidários – “validando” conteúdo na Internet – são peça central do totalitarismo de terceira onda.

A terceira onda de totalitarismo está sendo defendida por metacapitalistas, como George Soros, bem como atende a interesses de detentores de poder do lado da esquerda. Por exemplo, nos Estados Unidos e na Alemanha, os fact checkers aparentemente estão do lado do Partido Democrata e de Angela Merkel. No Brasil, os fact checkers tendem a se alinhar com a extrema-esquerda, representada por partidos como PT, PCdoB e PSOL. A avaliação de padrões mostra que os fact checkers buscam o modelo de esquerdismo mais estruturado em cada país. Por exemplo, nos EUA, a extrema-esquerda, representada por Bernie Sanders, tem muito menos poder que a esquerda globalista, de Hillary Clinton. Logo, os fact checkers devem tomar partido de Hillary, nos EUA, mas no Brasil tomarão partido de Lula e Dilma, por exemplo.

Os censores possuem padrões de comportamento e normalmente deixam brechas, principalmente em relação à simulação de falso apartidarismo. Assim, métodos podem ser implementados para descobrir o viés, a partidarização, a agenda e os truques. Este é o principal objetivo do projeto Radar da Censura.

Em tempo: até quarta-feira, 01/02, teremos aqui toda a equipe do Radar da Censura, que atuará de forma investigativa, informativa e comunitária.